Três fontes pontuais descarregam, de forma intermitente e imprevisível, contaminantes metálicos na cabeceira de um rio. Cada descarga dura poucas horas, mas pode ocorrer em qualquer semana do ano. O órgão ambiental precisa escolher um único grupo bioindicador que maximize a probabilidade de revelar essas descargas em campanhas bimestrais de fiscalização, sabendo que:
Líquenes corticícolas acumulam metais atmosféricos, mas não respondem rapidamente a eventos aquáticos de curta duração.
Peixes onívoros bioacumulam metais ao longo de meses; seu tecido muscular reflete contaminação crônica, não pulsos episódicos.
Macroinvertebrados bentônicos (ex.: larvas de Plecoptera, Trichoptera) vivem semanas no substrato e acumulam metais presentes na coluna d’água durante todo esse período.
Fitoplâncton reage em 24 a 48 horas a mudanças químicas, porém sua composição pode retornar ao estado anterior rapidamente se o pulso cessar.
Perifíton (biofilme de algas e bactérias aderidas às rochas) integra a qualidade da água por até duas semanas, mantendo o sinal de contaminação mesmo após breve retorno às condições normais.
Qual grupo oferece a melhor chance de detectar essas descargas episódicas nas campanhas bimestrais?
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