“O número reduzido de estudos sobre a resistência ao tráfico de escravos e à escravidão na África tem produzido uma série de anomalias historiográficas. A resistência escrava é um fenômeno que especialistas do tráfico de escravos e da escravidão nas Américas têm pesquisado intensivamente desde as primeiras décadas do século XX. Uma estimativa recente desta produção acadêmica mostra que existem cerca de oitenta trabalhos, somente em termos de estudos principais. Visto o número reduzido de historiadores da África que têm tratado esta temática, não surpreende que a resistência à escravidão tenha sido quase exclusivamente associada às experiências de africanos e seus descendentes no lado ocidental do Atlântico, particularmente no contexto da escravidão fazendeira. Em outras palavras, a historiografia existente sobre a resistência à escravidão indica ser este um fenômeno próprio das Américas”.
Fonte: https://periodicos.ufba.br/index.php/afroasia/article/view/21101/13691. Acesso em: 13 jun. 2023.
Considerando as informações apresentadas acerca do fenômeno de resistência à escravidão, avalie as asserções a seguir e a relação proposta entre elas:
I. Formas organizadas de resistência à escravidão limitaram-se ao continente americano, tendo em vista o tipo de mão de obra executada nos países escravistas.
PORQUE
II. Estudos direcionados à compreensão da resistência à escravidão restringiram-se aos impactos deste fenômeno nos países americanos, gerando uma lacuna historiográfica.
A respeito dessas asserções, assinale a opção correta.:
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