A análise epidemiológica das doenças parasitárias no Brasil revela que a prevalência de determinadas helmintoses está intrinsecamente ligada aos determinantes sociais de saúde e às condições de saneamento básico. A compreensão do ciclo biológico de um parasito é insuficiente se não for integrada ao estudo dos indicadores de morbidade, dos modos de transmissão e dos fatores de risco ambientais que sustentam a endemicidade de uma patologia em certas regiões. Nesse contexto, a transição entre o ambiente e o hospedeiro definitivo representa um ponto crítico para o planejamento de políticas públicas de vigilância em saúde, que visam reduzir a carga de doenças negligenciadas sobre as populações mais vulneráveis.

NEVES, D. P. Parasitologia Humana. 13. ed. Rio de Janeiro: Atheneu, 2016. (Adaptado).

 

Considerando a relação entre o ciclo de vida do Schistosoma mansoni e os indicadores epidemiológicos, responda aos itens a seguir:

 

A) EXPLIQUE como o conceito de hospedeiro intermediário influencia a distribuição geográfica (espacialidade) dessa parasitose e CITE qual é esse hospedeiro.

B) Do ponto de vista da Vigilância Epidemiológica, DISCORRA sobre a importância de se realizar o controle de vetores/hospedeiros em conjunto com a educação em saúde. 

  

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