As atividades bélicas definiram a evolução das instituições políticas e da sociedade romana. Nos primeiros
séculos da era cristã, o Império Romano tinha sob seu controle um dos mais extensos domínios territoriais já
conquistados, motivo pelo qual o exército ocupava papel de primeiro plano, tendo peso decisivo na
manutenção do poder instituído. A partir do século III, assiste-se a um progressivo e inexorável processo de
crise das estruturas imperiais, responsável pela fragmentação da unidade política romana, pelo
desmembramento e desaparecimento definitivo do Império.
MAGNOLI, Demétrio (org.) História das Guerras. 3 ed. São Paulo: Contexto, 2006, p. 80.
Sobre a relação entre as invasões bárbaras e o fim do Império Romano do Ocidente, assinale a alternativa
correta:
ALTERNATIVAS
Com a formação dos reinos bárbaros, a Igreja Cristã ganhou força e prestígio, tornando-se a religião oficial da nova
organização política no Ocidente.
O Império Romano, até o século IV, permaneceu imune às manifestações de descontentamento e revolta de seus
indivíduos, conseguindo manter o seu desenvolvimento diante de tais manifestações.
Após as invasões, os bárbaros estabeleceram-se e formaram seus reinos seguindo o mesmo modelo político,
econômico e administrativo do antigo Império Romano, na medida em que reconheceram a eficiência desse modelo.
Ao atravessarem os limites do Império Romano, os bárbaros encontraram a resistência dos cidadãos romanos que
esforçaram-se por conter o avanço das tribos recém-chegadas, incorporando-se ao exército romano e fortalecendo
as tropas imperiais.
Os momentos históricos em que as tribos bárbaras invadiram o território do Império Romano foram chamados de
ondas migratórias e representaram um fator decisivo na desestruturação e, consequente, fim do modelo político
administrativo conhecido por Império Romano do Ocidente.

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