ATIVIDADE 1 – EESP – TEORIA E PRÁTICA: DEFICIÊNCIA INTELECTUAL – 52_2026 

 

Historicamente, a inteligência foi compreendida como um traço estático e puramente biológico, medido quase exclusivamente por testes de Quociente de Inteligência (QI). O fator genético era entendido como determinante para o potencial cognitivo, que era medido por meio de testes psicológicos específicos que envolviam conceitos e habilidades específicas, como raciocínio lógico-matemático, gramática e conhecimentos gerais. 

 

No entanto, paradigmas atuais reforçam que o potencial cognitivo de uma pessoa não deve ser definido apenas por um escore cognitivo, mas também deve ser avaliado a partir da sua capacidade de adaptação ao contexto, do funcionamento do indivíduo em seu contexto social e do seu nível de independência.

 

Nesse sentido, a avaliação da deficiência intelectual hoje exige uma análise multidimensional que considera a interação entre as limitações intelectuais e o comportamento adaptativo.

 

Considerando a perspectiva atual, apresentada por Belone (2023), explique, em um texto de 15 a 20 linhas, o conceito de inteligência, ressaltando a importância de se considerar o comportamento adaptativo e os sistemas de apoio no processo de avaliação da pessoa com deficiência intelectual, diferenciando essa abordagem do antigo modelo focado apenas no desempenho cognitivo (QI).

 

Referências bibliográficas

 

​AAIDD – AMERICAN ASSOCIATION ON INTELLECTUAL AND DEVELOPMENTAL DISABILITIES. Deficiência intelectual: definição, classificação e sistemas de apoio. 12. ed. Silver Spring: AAID, 2021.

 

BELONE, A. F. Teoria e prática da educação da pessoa com deficiência intelectual. Curitiba: InterSaberes, 2023. (Série educação especial). Páginas 63 a 69. 

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