Arquivos de Autor: Junior

Quando alguém entra no mundo do crime, rapidamente se fecham as portas do mercado de trabalho formal.

“Quando alguém entra no mundo do crime, rapidamente se fecham as portas do mercado de trabalho formal. A comunidade se afasta quando sabe que alguém cometeu um crime, mesmo que esse indivíduo não vá para o presídio. Às vezes, a família também vira as costas. A chance de ser arregimentado por grupos criminosos só cresce”, […]

A teoria das atividades cotidianas, ou teoria das oportunidades, proposta por Lawrence E. Cohen e Marcus Felson em 1979

A teoria das atividades cotidianas, ou teoria das oportunidades, proposta por Lawrence E. Cohen e Marcus Felson em 1979, sugere que as taxas de crime estão diretamente relacionadas à presença de três elementos principais: um potencial infrator motivado, uma vítima potencial e a ausência de um guardião capaz de impedir a ocorrência do crime. De […]

O movimento criminológico do labelling approach (teoria da rotulação/etiquetamento), surgido nos anos 60, é o verdadeiro marco da chamada teoria do conflito.

“O movimento criminológico do labelling approach (teoria da rotulação/etiquetamento), surgido nos anos 60, é o verdadeiro marco da chamada teoria do conflito. Ele significa, desde logo, um abandono do paradigma etiológico-determinista e substituição de um modelo estático e monolítico de análise social por uma perspectiva dinâmica e contínua de corte democrático” (Shecaira, 2020, p. 242). […]

A teoria de Robert K. Merton sugere que, quando pessoas enfrentam a pressão anômica (a sensação de desorientação

A teoria de Robert K. Merton sugere que, quando pessoas enfrentam a pressão anômica (a sensação de desorientação ou falta de normas sociais claras), elas podem recorrer a meios ilegítimos para alcançar objetivos culturais porque não têm acesso aos meios legais ou institucionais para alcançá-los. No entanto, Merton também argumenta que a disponibilidade desses meios […]

Gottfredson e Hirschi desenvolveram a teoria do autocontrole em “A General Theory of Crime”, de 1990. Esta teoria postula que a principal causa do comportamento

Gottfredson e Hirschi desenvolveram a teoria do autocontrole em “A General Theory of Crime”, de 1990. Esta teoria postula que a principal causa do comportamento criminoso é o baixo autocontrole, fornecendo um argumento que visa explicar as variações individuais na propensão a cometer atos criminais. Trata-se de uma teoria abrangente que busca abordar todos os […]

Edwin H.Sutherland, foi o criador da expressão “White Collar Crimes” (Crimes do Colarinho Branco) para designar os autores de crimes

Edwin H.Sutherland, foi o criador da expressão “White Collar Crimes” (Crimes do Colarinho Branco) para designar os autores de crimes praticados por grupos do alto escalão, pessoas que normalmente possuiam status e alta posição social, que se utilizavam das posições e cargos que ocupavam para tirarem proveito de oportunidades e assim usá-las de maneira desviante, […]

A Criminologia Crítica, também conhecida como criminologia radical e/ou abolicionista, questiona as estruturas de poder do sistema penal

A Criminologia Crítica, também conhecida como criminologia radical e/ou abolicionista, questiona as estruturas de poder do sistema penal, argumentando que ele reproduz desigualdades sociais e criminaliza grupos marginalizados. Um caso emblemático é o do Massacre do Carandiru (1992), em que 111 presos foram mortos pela polícia em uma ação altamente repressiva, evidenciando a violência institucional […]

Cerca de 48% da população carcerária é composta por pardos e cerca de 15,6% são pretos, enquanto brancos compõem 28%.

“Cerca de 48% da população carcerária é composta por pardos e cerca de 15,6% são pretos, enquanto brancos compõem 28%. Amarelos são menos de 1% e indígenas são 0,1%. Para o restante − cerca de 44 mil pessoas −, o sistema não tem informações sobre a raça. Somados, pretos e pardos respondem por 63% das […]

A “cultura do controle”, conforme proposta por David Garland, reflete uma transformação nas políticas criminais das sociedades contemporâneas

A “cultura do controle”, conforme proposta por David Garland, reflete uma transformação nas políticas criminais das sociedades contemporâneas, marcadas pela coexistência paradoxal de estratégias punitivas e preventivas. Garland argumenta que, a partir da década de 1970, houve um abandono progressivo do ideal de ressocialização, substituído por uma lógica de gestão de riscos e demonstração de […]

A teoria radical do desvio analisa o desvio social de maneira crítica e aprofundada, enfatizando que não se trata apenas de comportamento individual

A teoria radical do desvio analisa o desvio social de maneira crítica e aprofundada, enfatizando que não se trata apenas de comportamento individual desviante, mas sim de uma construção social. A teoria destaca o impacto do poder e do controle social na determinação do desvio. Setores dominantes na sociedade, frequentemente personificados pelo Estado e por […]

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