QUESTÃO 10 Amor é fogo que arde sem se ver Luís de Camões Amor é fogo que arde sem se ver; É ferida que dói e não se sente; É um contentamento descontente; É dor que desatina sem doer; É um não querer mais que bem querer; É solitário andar por entre a gente; É […]
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QUESTÃO 9 “Para consegui-lo, empreendem uma espécie de viagem no tempo, em busca das fontes originárias do Classicismo. Desprezando o Barroco, detêm-se no século XVI e dele aceitam o pastoralismo e a poesia camoniana, visto coincidirem com o ideal que eles, os árcades, pretendem realizar. Saltando por sobre os séculos medievais, que a seu ver […]
QUESTÃO 8 O romance O crime de Padre Amaro, de Eça de Queiróz, é uma das grandes obras da literatura portuguesa e universal. Leia um trecho: “Depois dos primeiros desesperos, desabafos em patadas no soalho e blasfêmias de que pedia logo perdão a Nosso Senhor Jesus Cristo, quis serenar, estabelecer a razão das coisas. Aonde o levava […]
QUESTÃO 7 Leia um trecho do poema Um Sonho, de Eugênio de Castro: Na messe, que enlourece, estremece a quermesse… O Sol, o celestial girassol, esmorece… E as cantilenas de serenos sons amenos Fogem fluidas, fluindo à fina flor dos fenos… As estrelas em seus halos Brilham com brilhos sinistros… Cornamusas e crótalos, Cítolas, cítaras, sistros, […]
QUESTÃO 6 Ondas do mar de Vigo, se vistes meu amigo e ai Deus, se verrá cedo? Ondas do mar levado, se vistes meu amado? e ai Deus, se verrá cedo? Se vistes meu amigo, o por que eu sospiro? e ai Deus, se verrá cedo? Se vistes meu amado, o por que hei gram […]
QUESTÃO 5 A principal obra de Camões é a epopeia Os Lusíadas, a qual narra a bravura e a grandeza de Portugal. Versos que demonstram a grandeza do poeta e do povo português. Leia um trecho do Canto I: As armas e os barões assinalados, Que da ocidental praia Lusitana, Por mares nunca de antes […]
QUESTÃO 4 Leia o seguinte trecho: “Sendo assim, se o século XVI é, sobretudo, o da arqueologia dos textos remanescentes das culturas grega e romana, e de suas interpretações, […] o século XVII, sobretudo o francês, é o da afirmação do modelo aristotélico e horaciano de uma poética que encontra sua melhor afirmação no Teatro, […]
QUESTÃO 3 “Encontravam-se todas as semanas, ora uma ora duas vezes, de modo que as suas visitas caridosas à paralítica perfizessem ao fim do mês o número simbólico de sete, que devia corresponder, na ideia das devotas, às Sete Lições de Maria. Na véspera o padre Amaro tinha prevenido o tio Esguelhas, que deixava a […]
QUESTÃO 2 ADEUS! Almeida Garrett Adeus! para sempre adeus! Vai-te, oh! vai-te, que nesta hora Sinto a justiça dos céus Esmagar-me a alma que chora. Choro porque não te amei, Choro o amor que me tiveste; O que eu perco, bem no sei, Mas tu… tu nada perdeste: Que este mau coração meu Nos secretos […]
QUESTÃO 1 Leia o seguinte trecho do prefácio do livro Oaristos, de Eugênio de Castro: […] Minosas exceções, a Poesia portuguesa contemporânea assenta sobre algumas dezenas de coçados e esmaiados lugares-comuns. Tais são: olhos cor do céu, olhos comparados a estrelas, lábios de rosa, cabelos de ouro e de sol, crianças tímidas, tímidas gazelas, brancura de […]
