Em 2013, a atriz americana Angelina Jolie veio a público, em um artigo no New York Times, para comunicar que
havia sido submetida a uma dupla mastectomia como medida redutora de risco, após ter descoberto que era
portadora de variantes patogênicas nos genes BRCA1 e BRCA2, que aumentam o risco de câncer de mama e ovário.
A atriz realizou o teste genético devido a um forte histórico familiar: mãe, avó e tias maternas haviam falecido de
câncer de mama ou ovário. Na época, a exposição do caso contribuiu para a popularização dos testes genéticos
para câncer de mama, um fenômeno que ficou conhecido como “efeito Angelina Jolie”. Estudos mostram que, nos
meses após o anúncio, houve um grande aumento no número de testes na Europa e nos Estados Unidos.
Fonte: Laboratório Goes. O que é: Marcadores Tumorais. Disponível em: https://blog.mendelics.com.br/efeitoangelina-jolie-e-testes-geneticos-cancer-de-mama/. Acesso em: 03 fev. 2026.
Com base no rastreamento genético de mutações nos genes BRCA realizado por Angelina Jolie, identifique a técnica
de biologia molecular utilizada no diagnóstico:
ALTERNATIVAS
Técnica CRISPR.
Eletrofose em gel de agarose.
Southern Blot para análise de proteínas truncadas.
Sequenciamento de DNA para identificação de variantes genéticas.
Reação em Cadeia da Polimerase em Tempo Real (qPCR) para quantificação de expressão gênica.
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