O diagnóstico das doenças alérgicas é estabelecido por meio de avaliação clínica e testes laboratoriais. Um
resultado positivo em um desses testes indica sensibilização alérgica e deve ser analisado em conjunto com a
história de exposição ao alérgeno. Existem diferentes tipos de testes diagnósticos, tanto in vivo quanto in vitro,
alguns dos quais serão descritos a seguir (os nomes dos testes foram substituídos por números para não evidenciar
sua natureza):
Teste I: avalia se há sensibilização por IgE. Ajuda no diagnóstico de alergias alimentares, rinite, asma, alergia
medicamentosa, alergia ao veneno de himenópteros, entre outras condições.
Teste II: identifica a presença de IgE sérica específica ou inespecífica produzida contra determinado alérgeno. É útil
para monitoramento de terapia.
Teste III: detecta a presença de IgE sérica específica e idêntica ao alérgeno. São empregados métodos de ELISA, kits
singlepex e kits multiplex.
Teste IV: trata-se de um teste de contato com alérgenos conhecidos por provocar reações mediadas por IgE.
Teste V: auxilia no diagnóstico de alergias mediadas por IgE e reações de hipersensibilidade tardia, principalmente
quando o Prick test é inconclusivo.
Teste VI: a desgranulação dos basófilos pode ser detectada e quantificada por citometria de fluxo. Utiliza-se sangue
total para obtenção de células mononucleares periféricas.
Elaborado pelo professor, 2024
Conforme o exposto, identifique na sequência os testes classificados como testes cutâneos (in vivo):
ALTERNATIVAS
I e II apenas.
II e III apenas.
II, III e IV apenas.
I e VI apenas.
I, IV e V apenas.

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