Teorias sobre como o novo coronavírus (SARS-CoV-2) que passou a infectar os humanos surgiram em
2019. Foi aventada a possibilidade de transmissão zoonótica. Um estudo filogenético, com mais de 2 mil
genomas únicos de coronavírus, apresentou a provável descendência de alguns coronavírus e alertou sobre
a importância de investigar os vírus, como estratégia global de monitoramento de endemias, e não apenas
em situações de emergência sanitária.
(Adaptado de Denis Jacob Machado e outros. Cladistics, Londres, v. 37, out. 2021, p. 461-488.)
O cladograma a seguir apresenta as relações filogenéticas entre os diversos vírus do gênero
Betacoronavirus (Beta-CoV), incluindo seus respectivos hospedeiros.
(Adaptado de https://www1.folha.uol.com.br/ciencia/2021/
05/maior-estudo-evolutivo-de-coronavirus […]. Acessado
em 15/06/2021.)
A partir do cladograma, é correto afirmar que os betacoronavírus de

a) artiodáctilos são os grupos irmãos dos HCoV-4408 e SARS-CoV-2 de humanos, por meio de
hospedeiros intermediários.
b) morcegos são os grupos irmãos dos SARS-CoV-2 e HCoV-OC43 de humanos, por meio de hospedeiros
intermediários.
c) artiodáctilos são os grupos irmãos dos SARS-CoV, SARS-CoV-2 e MERS-CoV de humanos.
d) morcegos são os grupos irmãos dos SARS-CoV, SARS-CoV-2 e MERS-CoV de humanos.

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