13ª QUESTÃO
A construção de uma sociedade minimamente sustentável requererá grandes esforços da
sociedade, em todos os setores, com forte colaboração entre a ciência e os formuladores de
políticas públicas. […] Neste sentido, alguns tópicos requerem atenção especial: […] trabalhar
com o conceito de “justiça climática”, desenvolvendo estratégias que minimizem os impactos
na população menos favorecida.
Fonte: ARTAXO, P. Mudanças climáticas: caminhos para o Brasil.Ciência&Cultura, São
Paulo, v. 74, n. 4, 2022, p. 12-13. Disponível em: http://cienciaecultura.bvs.br/scielo.php?
script=sci_arttext&pid=S0009-67252022000400013. Acesso em: 24 set. 2025.
Ao propor caminhos para o Brasil enfrentar a crise climática, o artigo enfatiza uma abordagem
multifacetada. Com base na visão do autor, a construção de um futuro sustentável para o país
depende fundamentalmente de:
ALTERNATIVAS
Uma forte colaboração entre a ciência e os formuladores de políticas públicas, aliada a
estratégias que incorporem o conceito de “justiça climática” para proteger as populações
mais vulneráveis.
Aguardar as decisões e o financiamento de países desenvolvidos, uma vez que o Brasil
não tem responsabilidade histórica na crise climática.
Priorizar exclusivamente o desenvolvimento tecnológico em laboratório, deixando a
implementação das políticas e as questões sociais para um segundo momento.
Adoção de políticas baseadas em interesses econômicos de curto prazo,
desconsiderando os alertas da comunidade científica sobre os riscos futuros.
Implementar o conceito de “justiça climática” por meio da responsabilização dos grupos
sociais mais pobres, que são os maiores causadores da degradação ambiental.

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