Reflexão e Alinhamento Teórico-Prático: uma vez selecionado o fornecedor, a relação não termina; ela se inicia. A gestão do contrato é o instrumento que formaliza e operacionaliza a parceria, garantindo que as expectativas de qualidade e segurança sejam continuamente atendidas. Considerando o seu papel de gestor em “promover mecanismos para identificar e avaliar a […]
Indicar e descrever as práticas recomendadas para a gestão de contratos de serviços terceirizados, garantindo a qualidade e a conformidade com as normas de acreditação e as exigências da RDC 36/2013, no mínimo 3 práticas. Reflexão e Alinhamento Teórico-Prático: uma vez selecionado o fornecedor, a relação não termina; ela se inicia. A gestão do […]
Reflexão e Alinhamento Teórico-Prático: como um profissional de saúde com foco na gestão de contratos e fornecedores, prezando pela qualidade e segurança do paciente, você entende que a escolha de um fornecedor vai muito além do custo. A acreditação exige que a instituição demonstre um controle rigoroso sobre todos os processos que impactam a […]
Listar e detalhar os principais critérios de seleção de fornecedores que devem ser considerados em uma política de fornecedores alinhada à gestão de contratos, conforme as normas de acreditação e as diretrizes da RDC 36/2013, no mínimo 5 critérios. Reflexão e Alinhamento Teórico-Prático: como um profissional de saúde com foco na gestão de […]
A gestão eficaz de contratos e a política de fornecedores são fundamentais para garantir a qualidade dos serviços terceirizados e a conformidade com as normas de acreditação, como as estabelecidas pela Organização Nacional de Acreditação (ONA). A política de fornecedores deve estar alinhada com a gestão de contratos, assegurando que os fornecedores atendam aos […]
Portanto, a definição clara de critérios de seleção, avaliação e monitoramento de fornecedores, bem como a gestão dos contratos de forma transparente e eficaz, não são apenas boas práticas gerenciais, mas requisitos essenciais para a manutenção da acreditação e, mais importante, para a entrega de uma assistência segura e de alta qualidade. A política […]
A acreditação, por sua vez, atua como um catalisador para a formalização e o aprimoramento desses processos. Ela exige que a instituição demonstre a capacidade de gerenciar seus riscos de forma abrangente, e isso inclui os riscos associados aos serviços terceirizados. A definição de “gestão de risco” na RDC 36/2013, Art. 3º, VI, […]
A Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) nº 36, de 25 de julho de 2013, da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), que institui ações para a segurança do paciente em serviços de saúde, é um marco regulatório que reforça essa perspectiva. Conforme o Art. 1º da RDC 36/2013, o objetivo é “instituir ações para […]
A política de fornecedores não pode ser um documento isolado; ela deve estar intrinsecamente alinhada com a gestão de contratos, formando um ecossistema robusto que assegure que cada fornecedor não apenas atenda, mas supere os padrões de qualidade e conformidade exigidos pela instituição. Isso transcende a mera relação comercial, transformando-se em uma parceria estratégica onde […]
Nesse sentido, a partir das informações apresentadas no texto e com base nas aulas ministradas pelo professor da disciplina, descreva as diretrizes que podem ser empregadas nas instituições, por financiadores públicos e privados de cuidados de saúde para conter custos.
