2. classifique a intertextualidade presente em “A formiga má”; 3. justifique sua resposta com elementos do próprio texto. Para uma boa execução da atividade: a) Atente-se às instruções e intervenções realizadas pelos professores formadores e mediadores em aulas ao vivo e no ambiente on-line de aprendizagem (Studeo), por meio do Mural de avisos e Mensagem. […]
1. defina intertextualidade explícita e implícita; 2. classifique a intertextualidade presente em “A formiga má”; 3. justifique sua resposta com elementos do próprio texto. Para uma boa execução da atividade: a) Atente-se às instruções e intervenções realizadas pelos professores formadores e mediadores em aulas ao vivo e no ambiente on-line de aprendizagem (Studeo), por meio […]
Pressuponha que você é o(a) docente de uma turma de 7.º ano e levou a fábula acima para trabalhar o conteúdo sobre intertextualidade. Para se preparar para essa aula, você vai produzir um roteiro pessoal. A partir disso, elabore um texto dissertativo-argumentativo com, no mínimo, 15 linhas e, no máximo, 30 linhas, em que: 1. […]
LOBATO, Monteiro. A cigarra e a formiga. In: LOBATO, Monteiro. Fábulas de Narizinho. São Paulo: Monteiro Lobato & Cia., 1921. Disponível em: Cantinho Preferido da Mah. Acesso em: 18 maio 2026. Pressuponha que você é o(a) docente de uma turma de 7.º ano e levou a fábula acima para trabalhar o conteúdo sobre intertextualidade. Para […]
Resultado: a cigarra ali morreu entanguidinha; e quando voltou a primavera o mundo apresentava um aspecto mais triste. É que faltava na música do mundo o som estridente daquela cigarra, morta por causa da avareza da formiga. Mas se a usurária morresse, quem daria pela falta dela? LOBATO, Monteiro. A cigarra e a formiga. In: […]
– Cantava? Pois dance agora, vagabunda! – e fechou-lhe a porta no nariz. Resultado: a cigarra ali morreu entanguidinha; e quando voltou a primavera o mundo apresentava um aspecto mais triste. É que faltava na música do mundo o som estridente daquela cigarra, morta por causa da avareza da formiga. Mas se a usurária morresse, […]
– Eu… eu cantava!… – Cantava? Pois dance agora, vagabunda! – e fechou-lhe a porta no nariz. Resultado: a cigarra ali morreu entanguidinha; e quando voltou a primavera o mundo apresentava um aspecto mais triste. É que faltava na música do mundo o som estridente daquela cigarra, morta por causa da avareza da formiga. Mas […]
– Que fazia você durante o bom tempo? – Eu… eu cantava!… – Cantava? Pois dance agora, vagabunda! – e fechou-lhe a porta no nariz. Resultado: a cigarra ali morreu entanguidinha; e quando voltou a primavera o mundo apresentava um aspecto mais triste. É que faltava na música do mundo o som estridente daquela cigarra, […]
Mas a formiga era uma usurária sem entranhas. Além disso, invejosa. Como não soubesse cantar, tinha ódio à cigarra por vê-la querida de todos os seres. – Que fazia você durante o bom tempo? – Eu… eu cantava!… – Cantava? Pois dance agora, vagabunda! – e fechou-lhe a porta no nariz. Resultado: a cigarra ali […]
Desesperada, bateu à porta da formiga e implorou – emprestado, notem! – uns miseráveis restos de comida. Pagaria com juros altos aquela comida de empréstimo, logo que o tempo o permitisse. Mas a formiga era uma usurária sem entranhas. Além disso, invejosa. Como não soubesse cantar, tinha ódio à cigarra por vê-la querida de todos […]
